Casablanca Drivers se lança em uma jornada rumo a um som mais eletrônico em “No Mercy”

Casablanca Drivers, fundada por Alexandre Diani e Nicolas Paoletti, iniciou sua trajetória com um som influenciado pelo garage rock, mas evoluiu para um pop sofisticado, no qual os sintetizadores assumem um papel central. Após o lançamento de seu primeiro álbum, Super Adventure Club (2020), a banda continuou a explorar novas direções musicais, consolidando-se como uma das propostas mais inovadoras da cena francesa atual.

Com “No Mercy”, o grupo segue promovendo seu segundo álbum, que promete ampliar seu universo musical, como já indicado em singles anteriores como “Aligator” e “More Guns”. A música, criada em colaboração com Max Baby (Drugdealer, Kirin J Callinan), traz uma mistura de indie rock e eletrônico, navegando entre influências de Soulwax e LCD Soundsystem, com uma atmosfera que mescla o sombrio e o energético.

“Você dá um passo em falso e cai. Nesse clima, a música evolui como uma marcha, com essa linha de baixo mecânica que avança, ameaçadora, até chegarmos à tragédia: quando o sintetizador hipnótico se instala, em loop, como um mantra”, conta o grupo sobre a música.

Dirigido por Spike Gonzo, o videoclipe mostra os membros da banda envolvidos em uma investigação que transita entre o onírico e o real, enquanto tentam desvendar os mistérios de uma entidade demoníaca ligada a vários desaparecimentos. A missão é salvar um de seus companheiros. Com um visual que evoca a década de 1990, a produção faz homenagens ao cinema americano, como ‘Seven – Os Sete Crimes Capitais’, de David Fincher, e ‘Matrix’.