DSCVR ON: Lights, Lilies Of David, One Week Later, Cards e mais

O TECO APPLE faz parte do time de influenciadores da plataforma SubmitHub, provavelmente o melhor lugar para garantir escuta, feedback e atenção da maioria dos curadores online de música. Lá, podemos descobrir uma série de novos artistas e músicas enviadas pelos próprios. Nessa curadoria, selecionamos nomes que nos chamam a atenção e merecem um reconhecimento pelo trabalho enviado. Esta é a seção DSCVR ON.

Lights“ALIVE AGAIN”

Lights, a talentosa cantora, compositora e produtora canadense de eletropop, libera o single “ALIVE AGAIN”, segundo avanço do seu aguardado álbum A6. O lançamento oficial está previsto para o dia 02 de maio, pela Virgin Music.

“ALIVE AGAIN” é uma música impactante que une desafio e aceitação, mesclando elementos new wave com uma fusão de sonoridades nostálgicas e uma produção moderna. O videoclipe, dirigido e editado pela própria artista, é inspirado na ideia de confrontar e conviver com os próprios demônios, retratando esse conceito de forma lúdica e repleta de referências a filmes de terror.

“”ALIVE AGAIN” é uma espécie de hino de ‘última esperança’. É sobre os pontos baixos que atingimos e os demônios que carregamos, e como, desse ponto de vista, às vezes podemos obter clareza sobre o que queremos de nossas vidas e das pessoas ao nosso redor”, explica Lights.

Lilies Of David“Skin & Bones”

Lilies Of David é uma banda norte-americana de rock alternativo composta por cinco membros: Dierdra McGrath (vocal), Jeremy Rotolo (vocal e guitarra rítmica), Michael Pulice (guitarra solo), Matt Sonzogni (baixo) e Derek Arnheiter (bateria). Frequentemente comparados a uma versão contemporânea do Fleetwood Mac, o grupo se destaca por explorar temas de relacionamentos interpessoais por meio de harmonias cativantes e letras profundas. No single “Skin & Bones”, a banda apresenta uma sonoridade intensa, com guitarras carregadas e percussão marcante, que remetem à estética dos anos 90. A voz firme e emotiva de McGrath conduz a música, cantando sobre a luta para superar o peso de um relacionamento passado, transmitindo sentimentos de arrependimento, desilusão e a dificuldade de seguir adiante.

Mike Soss“Gone”

Mike Soss possui uma visão musical singular, profundamente influenciada pelos anos 80 e pela explosão do synthpop, além de ter crescido nos anos 90, imerso no grunge e no metal, tocando diversos instrumentos em bandas com amigos. Sua música carrega uma estética sombria e crua, transitando por múltiplos gêneros com melodias cativantes e harmonias vocais ricas. Em “Gone”, o artista apresenta uma sonoridade intimista, marcada por sintetizadores brilhantes, batidas pulsantes, guitarras precisas e vocais delicados, que retratam uma jornada cósmica e introspectiva. A entrega ao desconhecido e à força da gravidade simboliza, de forma poética, a aceitação da transitoriedade da vida.

Pearl Charles“Step Too Far”

A trajetória musical de Pearl Charles acompanhou uma evolução cronológica, transitando da música tradicional para o garage rock e a psicodelia dos anos 60, até alcançar o country e o soft rock característicos dos anos 70. O single “Step Too Far”, que antecede o terceiro álbum de estúdio após Magic Mirror, é uma balada pop carregada de nostalgia, marcada por um saxofone sedutor e pela harmoniosa mistura de flauta e piano, somados aos vocais delicados da cantora. A letra descreve uma personagem à beira de um colapso emocional, lutando para manter a aparência de serenidade enquanto busca escapar da exposição e encontrar consolo na escuridão.

The Peace Pilgrim“Gated Driveway”

The Peace Pilgrim é um projeto musical independente, produzido, escrito e interpretado por um artista que se inspira em gêneros como indie, dance, funk e um pouco de tudo. Em “Gated Driveway”, single retirado do álbum Meanwhile In Paradise, o artista nos conduz por uma jornada cósmica, apresentando uma narrativa de autodescoberta e resistência. A música alterna entre momentos de luz, desafios e a necessidade de seguir em frente, mesmo diante das adversidades.

Brynja Rán“Lullaby”

Brynja Rán é uma artista islandesa em ascensão, marcando sua estreia com o single “Lullaby”. Desde cedo, ela conquista o público com uma mistura envolvente de soul, funk, jazz e R&B. Com uma base musical sólida, Brynja dedicou anos ao aprimoramento de suas técnicas vocais e instrumentais, refinando seu talento de maneira notável. Influenciada por grandes nomes como Amy Winehouse, Lana Del Rey e Billie Eilish, ela consegue unir essas inspirações em um estilo próprio e inovador, ela incorpora essas influências em seu som original. A música “Lullaby” se destaca por sua voz carregada de soul e arranjos elaborados, trazendo uma narrativa sobre evitar o contato com alguém cujas atitudes são desagradáveis.

Azwel“A Space For Two”

O projeto Azwel é liderado pelo compositor Jason Perrillo, que há 20 anos alcança sucesso online gravando e produzindo álbuns de forma independente em seu estúdio em Nova Iorque. A música é descrita como pop rock melódico, eclético e cativante, com influências de diversos estilos, frequentemente comparada ao som de artistas do britpop e rock. “A Space For Two”, canção que aparece no álbum The Drifting Game, combina uma essência clássica e atemporal com uma sonoridade indie rock, destacando-se pelo refrão marcante e pela habilidade de Azwel em criar melodias emotivas e cativantes.

Magenta Spreen“Infinity”

Magenta Spreen é um projeto colaborativo entre os cantores e compositores Kristen Gradwohl e Talmon Owens. Juntos, eles constroem paisagens sonoras etéreas, marcadas por harmonias vocais delicadas e narrativas cativantes, aliadas a melodias suaves e emotivas. A canção “Infinity” é uma balada indie pop que se destaca pela sensibilidade instrumental e pela interpretação vocal de Gradwohl, transmitindo um sentimento de amor profundo e atemporal. A música retrata momentos de conexão intensa e a promessa de um amor eterno, que ultrapassa as barreiras do tempo.

One Week Later“No Open Door”

One Week Later é uma banda que navega entre o art rock alternativo e o pop, unindo a intensidade do punk à suavidade melódica do folk rock. Com uma variedade de influências, o grupo cria um som que evoca comparações com uma mistura de Blondie, Future Islands e Fleetwood Mac ao integrar guitarras, sintetizadores e vocais harmoniosos. Essa combinação resulta em uma atmosfera sonora que mescla traços clássicos e contemporâneos, com uma pitada nostálgica dos anos 80. O single “No Open Door”, retirado do EP Reality?, encapsula a essência do grupo, apresentando uma letra que reflete sobre temas como inquietação e desalento.

Villa Rosie“Strange”

Villa Rosie é um trio musical formado na Holanda, integrado por Tom McCann (Reino Unido), Lovis Berger (Alemanha) e Jack Koning (Holanda). Movidos pela paixão pelo indie rock, eles desenvolvem uma conexão única em suas criações. Após o lançamento de singles como “Philosophising”, o grupo está de volta com “Strange”, uma nova faixa que captura a essência descontraída da juventude. A música combina riffs de guitarra vibrantes, batidas envolventes, pianos escalados e vocais cheios de energia, reforçando o estilo marcante da banda.

Delaney Parker“UP A WALL”

A cantora de indie pop Delaney Parker lança o single “UP A WALL” em parceria com o cantor, compositor e produtor Ari Phillips. A faixa é uma balada delicada, marcada por uma linha de baixo impactante e riffs de guitarra precisos, com vocais emotivos que transmitem frustração e resiliência. A música explora a sensação de estar preso e o anseio por libertação, tudo isso em uma produção energética e cativante.

Cards“Get a Life”

Cards é o nome artístico do cantor, compositor e produtor norte-americano Michael James Onufrak. Depois de lançar uma série de singles que funcionaram como um álbum não oficial e acumular milhões de streams em todas as plataformas digitais, ele está de volta com o novo single “Get a Life”. A música, um indie pop que dialoga com o universo sonoro de Rex Orange County, conta a trajetória do artista após ser expulso da casa da namorada, abordando temas como o fim de um relacionamento, a busca por uma nova identidade e as dificuldades de deixar o passado para trás.