
O TECO APPLE faz parte do time de influenciadores da plataforma SubmitHub, provavelmente o melhor lugar para garantir escuta, feedback e atenção da maioria dos curadores online de música. Lá, podemos descobrir uma série de novos artistas e músicas enviadas pelos próprios. Nessa curadoria, selecionamos nomes que nos chamam a atenção e merecem um reconhecimento pelo trabalho enviado. Esta é a seção DSCVR ON.

• Bedolina – “We Are the Clock Ourselves Again”
O projeto colaborativo Bedolina prepara-se para lançar o álbum Sun and Flamingos, sucessor do trabalho homônimo de estreia, e apresenta o single “We Are the Clock Ourselves Again”. Com uma mensagem que celebra independência e intuição, a faixa – produzida por Brian McTear (conhecido por seu trabalho com Sharon Van Etten) – oferece um indie rock de melodia pop envolvente, que combina groove contagiante com contrastes dinâmicos e um toque nostálgico.
A canção começa de forma energética, com percussão pulsante e baixo robusto, ganhando ainda mais força com guitarras distorcidas e vocais melódicos que equilibram perfeitamente potência e emoção.

• Nathan O’Regan – “Killer”
“Killer” marca a explosiva estreia do cantor e compositor irlandês Nathan O’Regan. A canção foi composta em parceria com Gareth Dunlop, músico e mentor de O’Regan em Belfast, e gravada nos estúdios Attica, em Donegal, comandados por Tommy McLaughlin (guitarrista do Villagers). A inspiração veio de uma conversa entre os dois sobre relacionamentos e parcerias de vida. A faixa mescla country e blues com guitarras afiadas, órgão Hammond e e a voz poderosa de O’Regan.

• Henry Blaeser – “Anchor”
“Anchor”, do cantor e compositor norte-americano Henry Blaeser, é uma jornada sonhadora pelos mares da solidão contemporânea. A canção, sucessora de “Compass” e quarto single de seu projeto de estreia previsto para este ano, cria um universo musical único – uma fusão de avant-pop com toques orquestrais dramáticos que ecoam nostalgia, servindo como pano de fundo para reflexões sobre isolamento na era digital e os desafios de construir conexões genuínas à medida que envelhecemos.

• Death Drive – “Adrift Haze”
O duo londrino de darkwave/post-punk Death Drive, formado por Carine Fierobe e Danny Sanchez, apresenta seu segundo single, “Adrift Haze” – uma narrativa crua sobre a ingenuidade infantil esmagada por um amor impossível. Co-produzida por Jack Milwaukee, a faixa nasceu de jam sessions ao vivo a partir de um sample vocal intensamente processado, desmontado e reconstruído em um processo que espelha sua letra: fragmentar-se para juntar os pedaços quebrados espalhados pelo chão. Mantendo a atmosfera sombria e batidas pesadas de “Love Me” (seu single de estreia), “Adrift Haze” mergulha ainda mais fundo na escuridão. É uma música para dançar e se perder – uma combinação hipnótica de melancolia e ritmo que captura a essência do darkwave contemporâneo.

• Moontwin – “Doused In Blue”
Moontwin, dupla formada pela cantora e compositora Maple Bee e pelo multi-instrumentista Zac Kuzmanov, lança o single “Doused In Blue” como prévia do álbum two. A canção mergulha em uma atmosfera onírica, evocando influências que remetem ao universo melancólico de Nick Drake e de Mazzy Star. A faixa se inicia com os vocais etéreos de Bee e o delicado dedilhar de um violão, criando um clima introspectivo. Aos poucos, a voz de Kuzmanov e uma batida mais intensa entram em cena, elevando a emotividade da melodia e reforçando a letra, que explora sentimentos de solidão e desespero diante da ausência de alguém especial.

• The Flints – “The End is the End”
The Flints, dupla de pop psicodélico de Manchester, vem conquistando fãs e admiradores em uma crescente, especialmente após sua turnê como atração de abertura para o Justice – além de sua participação no álbum HYPERDRAMA, na faixa (“Mannequin Love”). No single “The End is the End”, a banda aprimora ainda mais o estilo já consagrado, combinando instrumentais intensos e cativantes com letras filosóficas e reflexivas, harmonias doces e uma pitada perfeita de nostalgia, homenageando ídolos do psicodélico, pop e rock alternativo.

• Matty Reynolds – “Timbuktu”
O cantor e compositor Matty Reynolds, radicado em Nova York, apresenta o single “Timbuktu”, primeiro single do EP Somebody Like Me, com previsão de lançamento para o segundo semestre do ano. A faixa, um indie pop com levada country, celebra um amor que supera a distância, transmitindo uma mensagem otimista e emocionante. Com vocais intensos e envolventes, Reynolds conduz o ouvinte por uma jornada sonora repleta de camadas instrumentais – que misturam guitarras, banjo, percussão energética e metais – criando uma experiência auditiva vibrante e cheia de sentimento.

• semi-cycle – “Magic Mud”
semi-cycle é um projeto musical criado pelo cantor, compositor e multi-instrumentista Kris Hansen, que combina influências de diversos gêneros com batidas marcantes e uma estética lo-fi. No single “Magic Mud”, o artista apresenta uma faixa que mistura indie pop e alt-hip hop, com a participação especial de Duffle Bag Buru. Hansen constrói uma base sonora envolvente, mesclando camadas vocais ricas em texturas com riffs de guitarra viciantes, enquanto as rimas de Buru trazem um contraste afiado e cheio de energia para a produção.

• todd modern – “Yyours”
todd modern apresenta o single de estreia “Yyours”, uma canção de rock com texturas lo-fi, mas com a sensibilidade pop de uma melodia que flerta levemente com “1979” do The Smashing Pumpkins. Na faixa, o artista captura o desespero de quem persegue respostas inalcançáveis, oscilando entre a autossabotagem e a resignação.

• dAVOS – “Hey Stop” / “Inner Feel”
A banda dAVOS, um grupo austríaco de synthpop formado em Viena em 2004, é liderada por Eric Nelson (vocal) e Clemens Haipl (guitarra e teclados). O projeto apresenta uma sonoridade influenciada por vivências pessoais, filosofia, psicologia e referências como New Order, The Cure e Depeche Mode. Atualmente, o grupo promove o álbum ruin / grado e compartilha as faixas “Hey Stop” e “Inner Feel”.
“Hey Stop” é uma faixa com uma base eletrônica hipnótica e riffs de guitarra ecoantes, que acompanha versos sobre um conflito emocional entre memórias dolorosas e a tentativa de superá-las. Já “Inner Feel”, com uma sonoridade inspirada no darkwave, explora temas como autorreflexão e complexidade emocional.

• Mathilde Widding – “Good Grief”
Mathilde Widding revela o single “Good Grief”, mais uma prévia de seu aguardado álbum de estreia. A faixa com uma atmosfera nostálgica e calorosa revela uma sonoridade soul retro dos anos 60, inspirada nos clássicos da Motown, guiado pelo vocal potente e expressivo da artista que revela os sentimentos de sofrimento expressos sobre um amor complicado e marcado por negação.