
O duo eletrônico nova-iorquino The Knocks e a artista canadense do eletropop Martina Sorbara (a.k.a. Dragonette) lançam seu álbum colaborativo de estreia, Revelation, via Neon Gold Records. Essa parceria dá sequência ao single “Slow Song” (2019), uma colaboração entre os artistas que foi indicada ao Grammy.
Essa nova fase se ambienta em um cenário corporativo dos anos 1980, na empresa fictícia Revelation Technologies, tendo Aquaria (vencedora do RuPaul’s Drag Race) como musa inspiradora. A campanha satiriza a padronização do marketing e da arte no mundo atual, mostrando “executivos” que vendem pílulas mágicas usando jargões corporativos vazios e estratégias de vendas descaradas.
Este álbum colaborativo atinge seu momento mais alto com faixas que combinam energia contagiante e uma atmosfera fantasiosa e nostálgica oitentista. Desde o pop luminoso de “Foolish Pleasure” até o irresistível refrão de “Revelation”, passando pelo groove futurista de “Keynote” e a doçura luminosa de “Dreams”. O projeto ainda inclui baladas emocionantes como “The Hero” e “Thorn”, além da reluzente “Love Me Alive”, que celebra a liberdade após um amor sufocante, mostrando a jornada de autodescoberta e a esperança por um afeto mais verdadeiro.
O álbum ainda traz uma versão brilhante de “Let My Love Open The Door”, clássico de Pete Townshend, reinventado no estilo synthpop emotivo que marca a identidade da dupla.
“‘Revelation, para mim, é uma das melhores músicas que já fizemos. É coeso, intencional e alcança exatamente o som/clima que queríamos criar. Somos extremamente abençoados por poder colaborar de forma tão próxima com alguém tão prolífico quanto a Dragonette. Ela é realmente incrível. Este projeto parece um amadurecimento criativo para nós, e sinto que é uma evolução perfeita do ‘som do Knocks’. ‘Revelation’ é nosso quarto álbum, mas parece que estamos apenas começando como produtores/compositores”, revela James “JPatt” Patterson, do The Knocks.
Martina Sorbara complementa:
“”Love Me Alive” foi a primeira música que o The Knocks e eu escrevemos depois de “Slow Song”. Não tínhamos um objetivo quando começamos, mas assim que a música tomou forma, acho que já sabíamos que ela era parente de “Slow Song”, e isso nos abriu a mente para a ideia de que poderia haver ainda mais músicas nesse mundo que criamos juntos. Então, para mim, ela é meio que a ‘mãe’ de todas as outras músicas do álbum”.



