Patriarchy traz produção de Twin Shadow nos singles “Boy on a Leash” e “New Way”

Patriarchy / Divulgação

O projeto de eletro-industrial Patriarchy, comandado pela artista multidisciplinar Actually Huizenga, combina música, performance artística e elementos visuais marcantes, explorando questões como poder, identidade e desejo. A banda está prestes a lançar seu terceiro álbum, intitulado Manual for Dying, em setembro, com participação especial de George Lewis Jr. (a.k.a. Twin Shadow) em algumas faixas.

Quando o Patriarchy discutiu o álbum com George pela primeira vez, ele propôs colaborar em uma das faixas. Entre as demos enviadas, havia uma versão inicial e analógica de “Boy on a Leash”. Lewis se encantou de imediato com a música e decidiu trabalhar nela, iniciando uma parceria criativa extremamente frutífera.

“Ficamos curiosos para ver como ficaria, já que temos estilos diferentes, mas depois da primeira sessão, nos apaixonamos pelo resultado. Ele entende todas as nossas referências e fala a mesma língua no estúdio – algo raro de encontrar”, diz a banda.

O resultado é uma faixa eletrônica agressiva e atmosférica, que captura perfeitamente a energia crua que ambos os artistas buscavam. A música transforma a sedução em compulsão, explorando jogos de dominação por meio de letras provocantes. Essa essência transgressora ganha vida no videoclipe, que traz uma participação especial: o filho da dupla.

“New Way”, segundo single de Manual for Dying, apresenta uma combinação eletrizante de sintetizadores vigorosos, riffs de guitarra com influência metal e letras incisivas. Com um linguajar franco e sugestivo, a música explora temas como opressão, anseio e ruptura de convenções, mantendo um tom desafiador e visceral.

“Queríamos fazer uma música divertida e safada para a pista de dança, com guitarras potentes no espírito de Rammstein ou KMFDM. Algo que batesse forte o suficiente para mexer o corpo e fosse divertido o suficiente para fazer você corar”, diz Patriarchy. “Em termos de letras, fomos atraídos pela sugestão — desejos indefinidos, identidades fluidas, a tensão de se conter em uma era obcecada por compartilhar demais”.