
O músico e produtor neozelandês mascarado Jonathan Bree anuncia o álbum Don’t Call It Love, sucessor de Pre-Code Hollywood, com lançamento previsto para o dia 27 de agosto via Lil’ Chief Records. O disco duplo, composto por dezessete faixas, é uma obra conceitual de forte carga erótica que coloca em primeiro plano os temas de sensualidade e desejo já presentes em seus trabalhos anteriores.
Com Don’t Call It Love, o artista revisita influências do synthpop e da new wave dos anos 1980, com um olhar ainda mais sombrio e introspectivo. Entre arranjos orquestrais e camadas densas de sintetizadores, Bree constrói uma atmosfera que, em alguns momentos, remete ao cinema noir. O projeto também conta com colaborações femininas vindas da dança, da fotografia e do cinema, elementos que ampliam e enriquecem a narrativa do trabalho.
O single “Part-Time Lover”, sucessor de “Live To Dance” e “Savour My Love”, é uma parceria com Princess Chelsea. A faixa traz uma atmosfera pós-punk que evoca bandas como The Cure e New Order, com linhas de baixo marcantes, guitarras reverberadas e uma ambientação sombria, sustentando vocais tensos que retratam relacionamentos clandestinos, encontros noturnos e desejos não verbalizados.
O videoclipe, que revela um clima romântico em chamas entre os músicos, é dirigido por Chelsea Nikkel, Nicole Pollard e pelo próprio Jonathan Bree.
Capa e repertório de Don’t Call It Love:

01. “Disappear”
02. “Chameleon” (com Eloïse Labarbe-Lafon)
03. “Game”
04. “Cloak and Dagger”
05. “Confidant”
06. “Honey”
07. “Live To Dance” (com Princess Chelsea)
08. “Medicine”
09. “This Is Me”
10. “Part-Time Love” (com Princess Chelsea)
11. “Just Like An Angel”
12. “Savour My Love” (com Rachel Clarke)
13. “Gun”
14. “Don’t Call It Love” (com Adah Dylan)
15. “She Was Fun”
16. “Slow” (com Princess Chelsea)
17. “Little Miss No Name”

