Haute & Freddy será uma das sensações do ano e o single “Shy Girl” é a prova disso

Haute & Freddy / Zoe Donahoe

O duo de alt-pop Haute & Freddy, conhecido por seu visual extravagante inspirado no século XVIII, apresenta uma estética que combina o synthpop dos anos 80, vocais etéreos e temas misteriosos em suas canções. Fruto da mente visionária de Michelle Buzz e Lance Shipp, o grupo conquistou rapidamente uma legião de fãs devotos – chamada de “Royal Court” (Corte Real) -, que transforma os shows em um espetáculo à parte: o público comparece com chapéus de bobo da corte feitos à mão, enquanto um palhaço mímico distribui coroas de balão, símbolos dessa realeza excêntrica.

Em “Shy Girl”, quarto single da carreira, a dupla entrega um synthpop que captura com maestria a essência pura dos anos 80. Sintetizadores atmosféricos, batidas eletrônicas vibrantes e os vocais emotivos de Michelle se unem em uma composição que evoca referências clássicas como Kate Bush, Lena Lovich, Siouxsie and the Banshees e Depeche Mode, mas sem perder a identidade única do projeto. A letra, por sua vez, narra a jornada de uma jovem reprimida que luta para encontrar a coragem necessária para desafiar convenções e abraçar sua liberdade.

“”Shy Girl” é um hino de revelação em todos os sentidos – sair da sua concha, se libertar das expectativas e assumir cada parte de si sem pedir desculpas. É profundamente pessoal, mas também para literalmente qualquer pessoa que já sentiu que teve que se encolher para se encaixar. É sobre o poder de abraçar sua natureza selvagem interior, desafiar as regras impostas a você e se entregar completamente a quem você é. É aquele momento de alívio e rebelião, quando você simplesmente para de se importar da maneira mais libertadora”, diz Haute & Freddy.

A dupla já conta com singles como “Scantily Clad” (com um gostinho de “Oblivion” de Grimes e que fez a artista olhar para eles), “Anti-Superstar” e “Fashion Over Function” no currículo.

Com um álbum de estreia a caminho, “Shy Girl” é apenas o começo.