Com Criolo, Emicida, Marcelo D2 e outros, ‘80 anos (remixes)’ é uma celebração ao legado da Orquestra Afro-Brasileira

Orquestra Afro-Brasileira – 80 Anos (Remixes) / Divulgação

A Orquestra Afro-Brasileira deixou sua marca na história da música com apenas dois discos: Obaluayê (1957) e Orquestra Afro-Brasileira (1968). Fundada em 1942 no Rio de Janeiro, surgiu da paixão de seu criador, Abigail Moura, e permaneceu ativa até 1970. Em 2021, foi revivida pelo único membro vivo da formação original à época, Carlos Negreiros, quando saiu o terceiro e último disco da trajetória da orquestra, intitulado 80 anos.

Com o objetivo de preservar e celebrar o legado da Orquestra Afro-Brasileira, o álbum 80 anos (Remixes) reforça a importância do grupo como inspiração artística para diversas gerações de músicos e apreciadores, trazendo releituras criadas por artistas que também nutrem admiração pela orquestra.

Produzido pelo selo Amor in Sound, o projeto reúne os brasileiros Criolo, Emicida, Rael, Marcelo D2, Lucio Maia, Pupillo, Rogê, Tropkillaz, Kassin, Pedro Dom, Zilladxg, Nuts, Daniel Ganjaman, Imperatore e Nave, além de DJs e produtores internacionais como Mix Master Mike, Cut Chemist, Gaslamp Killer, J Rocc, TASO, Mexican Institute of Sound e Mophono.

Mário Caldato Jr., diretor musical do projeto, compartilha sua experiência:

“Foi uma grande alegria quando conheci o trabalho da Orquestra Afro-Brasileira e, logo depois, ter tido a honra de encontrar e trabalhar com Carlos Negreiros. Produzir o 80 anos ao lado dele foi um presente e poder relembrar isso, tendo o disco de remixes para celebrar este legado, está sendo realmente maravilhoso”.