DSCVR ON: Nick Vivid, Labajura, neko express, Luke Pacuk e mais

Nick Vivid / Divulgação

O TECO APPLE faz parte do time de influenciadores da plataforma SubmitHub, provavelmente o melhor lugar para garantir escuta, feedback e atenção da maioria dos curadores online de música. Lá, podemos descobrir uma série de novos artistas e músicas enviadas pelos próprios. Nessa curadoria, selecionamos nomes que nos chamam a atenção e merecem um reconhecimento pelo trabalho enviado. Esta é a seção DSCVR ON.

Nick Vivid“First Kiss”

Nick Vivid está de volta com Volatile, álbum lançado pela MegaPlatinum Records que mergulha em emoções, lembranças e na força da criatividade. Através de suas 12 faixas, o artista conduz o ouvinte por uma viagem pela Nova Iorque de outros tempos, refletindo sobre fragilidade, superação e crescimento pessoal.

“Essas músicas são um olhar para trás, para uma época em que tudo parecia cru e incerto”, diz Vivid. “É sobre as pessoas que conheci, os erros que cometi e os sonhos que continuei perseguindo, mesmo quando pareciam inalcançáveis.”

O single “First Kiss” traz uma sonoridade que une o espírito indie à energia vibrante do funk e do soul, com vocais sedutores que traduzem a emoção de reviver um amor e a sensação de renascer diante de uma nova chance de estar junto

Labajura“Dulce Amargo”

O projeto musical Labajura revela o single “Dulce Amargo”, uma colaboração com a estrela caribenha do pop e drag queen Ana Macho. Com uma fusão envolvente de synthpop, indie pop e elementos eletrônicos permeados pela essência caribenha, a música reflete a mistura entre vulnerabilidade e desejo, explorando as contradições do amor contemporâneo. A sintonia artística entre os dois intérpretes transforma a faixa em uma experiência intensa, emocional e altamente visual.

Proteins of Magic“The Future”

Proteins of Magic compartilha o single “The Future”, uma composição intensa que mescla elementos de alt-rock, post-punk e pop experimental de forma instigante. A faixa se destaca por sua energia crua e pulsante, em que linhas de flauta atravessam camadas de distorção, os vocais alternam entre cântico e melodia, e letras marcantes revelam uma força emocional profunda. Produzida pela própria Kelly Steven, a música aborda temas de sobrevivência, negação e transformação, convidando o ouvinte a mergulhar em um universo sonoro visceral, estranho e carregado de emoção.

Bad Flamingo“The Fruit”

O misterioso duo Bad Flamingo segue surpreendendo com novas produções, mantendo a tradição de mesclar indie rock com folk tradicional, de caratér cinematográfico. No single “The Fruit”, o grupo brinca com a referência bíblica sem mencioná-la diretamente numa reflexão poética sobre a inevitabilidade dos desejos, erros e consequências na natureza humana.

Poça“Medusa”

A banda carioca Poça compartilha o single “Medusa”, uma faixa envolvente que mistura o balanço do boogie-woogie com influências da MPB e de outras sonoridades brasileiras. A canção traz a história de Medusa contada por ela mesma, explorando temas de vulnerabilidade, desejo e autodescoberta.

Chrisy Nova“C#m1210”

“C#m1210” é uma faixa que desafia gêneros e se inspira em Coríntios 12:10: “Por isso, por amor a Cristo, alegro-me nas fraquezas, nos insultos, nas dificuldades, nas perseguições e nas aflições. Pois, quando sou fraco, então é que sou forte”. Em termos sonoros, a canção combina influências barrocas com texturas eletrônicas, resultando em uma paisagem sonora emotiva e em constante evolução. A música se desenvolve como um espelho da transformação interior, passando de uma intimidade delicada a uma força triunfante.

neko express“UNLUCKY”

neko express combina vocais suaves e sussurrados com sintetizadores delicados sobre batidas de house intensas e envolventes. A dupla MIMI e zZz, formada por cantora e produtora sediadas em Nova Iorque, busca explorar uma nova atitude feminina, situada entre o fofo e o sensual, o suave e o intenso, o angelical e o sombrio. “UNLUCKY” une os grooves pulsantes do house com vocais doces e etéreos, resultando em um som que mistura o estilo kawaii com uma alma sombria, ao mesmo tempo sedutor, lúdico e levemente perigoso.

Bea Stewart“Set On Loving You”

A cantora e compositora Bea Stewart, natural de Belfast, lança a faixa “Set On Loving You”. A faixa faz parte do aguardado EP Wish It Was You, uma coleção de músicas de indie pop marcadas pela sinceridade e vulnerabilidade, que exploram o amor em todas as suas contradições, entre momentos de consolo, dor e apego.

Cosmic Madness“Wait a Minute”

Mateo é um artista nascido na Espanha que une emoção crua e reflexões existenciais em sua obra. Radicado em Barcelona, ele deu início a este projeto em um período de introspecção, após trabalhar por anos como gerente de um bar de rock e vivenciar uma desilusão amorosa inesperada. Desse processo nasceu Cosmic Madness, um trabalho que surgiu como forma de terapia em meio à confusão e à melancolia. “Wait a Minute” apresenta um som de rock alternativo e aborda a sensação de deslocamento na sociedade atual. Um tempo em que, apesar de todo o avanço humano, ainda parece não sabermos como lidar com esse poder.

Mo Troper“The Best Seat In The House”

Logo após o lançamento de “When She Says My Name”, o músico de power pop Mo Troper apresenta “The Best Seat In The House”, uma faixa vibrante que soa como se o Big Star tivesse surgido no Noroeste do Pacífico em vez de Memphis. Escrita em parceria com Auguste Patino, a canção é repleta de ganchos cativantes, frases espirituosas e melodias envolventes que demonstram a habilidade pop do artista. Gravada em Los Angeles no New Monkey Studios, com membros da banda de Father John Misty e produção do tecladista Jon Titterington, a faixa conta com Brenden Ramirez (Bory) na guitarra e nos vocais de apoio, além de ter sido mixada e masterizada com cuidado pelo lendário produtor punk Jack Shirley.

néomí“Another Year Will Pass”

A cantora e compositora holandesa-surinamesa néomí lança o EP Another Year Will Pass pelo selo Nettwerk, um trabalho que simboliza um momento marcante de sua trajetória artística ao explorar temas de transformação, amadurecimento emocional e libertação. Escrito em meio a um período de intensa reflexão pessoal, o projeto reflete a serenidade que surge ao aceitar o inevitável passar do tempo. A faixa-título, delicada e melancólica, funciona como uma contemplação sobre mudança, crescimento e despedida, enquanto o som combina o folk etéreo e o pop alternativo cinematográfico característicos da artista, criando um espaço íntimo para emoções complexas e profundas.

Luke Pacuk“Death Has Found Us”

Luke Pacuk, vocalista, baixista, músico de estúdio e produtor nascido em Mysłowice, Polônia, e residente em Southampton, Reino Unido, desde 2010, é um artista que não se limita a um único gênero musical. O single “Death Has Found Us” encerra a promoção do quarto álbum, 1983, composto por dez faixas. A canção reflete sobre a perda da inocência e o declínio da humanidade, contrapondo um passado harmonioso e generoso a um presente dominado pela crueldade e ganância. Pacuk descreve um mundo que se tornou frio e sem esperança, onde o destino inevitável é a solidão e a morte. A faixa convida à reflexão sobre a efemeridade da vida e a importância de desacelerar, valorizar quem amamos e criar algo que permaneça mesmo após nossa partida.