
O TECO APPLE faz parte do time de influenciadores da plataforma SubmitHub, provavelmente o melhor lugar para garantir escuta, feedback e atenção da maioria dos curadores online de música. Lá, podemos descobrir uma série de novos artistas e músicas enviadas pelos próprios. Nessa curadoria, selecionamos nomes que nos chamam a atenção e merecem um reconhecimento pelo trabalho enviado. Esta é a seção DSCVR ON.
• LOV – “Can I?”
LOV é uma artista canadense reconhecida por sua voz marcante e envolvente, além de composições que exaltam independência, força e empoderamento. Ao seguir carreira solo, a cantora decidiu abraçar uma visão artística mais autêntica e pessoal, desenvolvendo músicas inspiradas pela soul music britânica ao lado do produtor Connor Seidel, de Montréal. Juntos, eles construíram uma coleção de faixas sofisticadas e emocionantes, equilibrando maturidade, sensibilidade e uma atmosfera leve e animada.
“Can I?” apresenta um R&B de clima nostálgico inspirado nos anos 2000, explorando com leveza e confiança as dúvidas e expectativas do início de um relacionamento, guiado por influências de artistas como Aaliyah, Destiny’s Child e Alicia Keys. Com vocais suaves, harmonias atmosféricas e uma sonoridade envolvente, a faixa mistura atitude, sensualidade e autenticidade para apresentar o universo do álbum de estreia da artista, previsto para junho.
• Lumirex – “Hurts”
Lumirex é um projeto experimental que une ambientações etéreas, composição generativa e elementos industriais, criando paisagens sonoras imersivas com sintetizadores analógicos, guitarras processadas e gravações de campo. O single “Hurts” apresenta uma sonoridade eletrônica sombria com influências de trip hop, desenvolvendo-se gradualmente através de camadas sonoras, graves marcantes e vocais expressivos, resultando em uma faixa cinematográfica e cativante.
• Estella Dawn – “Thanks For Asking”
A cantora e compositora Estella Dawn retorna com o single “Thanks for Asking”, uma faixa intensa e emocionalmente sincera que aborda a dor de um término que parece não ter fim. Com uma escrita confessional, a música retrata o sofrimento silencioso de ainda se importar com alguém que causou feridas, enquanto se tenta aparentar estar bem diante do mundo. Misturando elementos de alt-pop com letras intimistas, em uma sonoridade que lembra artistas como Gracie Abrams, Taylor Swift e Olivia Rodrigo, Estella assina sozinha a composição, gravação e produção.
• Velar Prana – “Losing Control”
Velar Prana começou sua trajetória passando noites discotecando em clubes ainda na época da escola. Em 2020, o single “Turn the Lights Down” chegou ao topo das paradas da FM4, na Áustria, e, dois anos depois, lançou o álbum Happenings, marcado por batidas modernas, guitarras calorosas e sintetizadores brilhantes. Sua música transmite uma atmosfera leve, ensolarada e repleta de boas vibrações. A faixa “Losing Control” é uma envolvente fusão de neo disco, pop e eletrônica, conduzida por vocais femininos sutis e ritmos dançantes, refletindo a experiência do produtor em criar um eletropop vibrante, iluminado por sintetizadores envolventes e atmosfera de verão.
• Telephone Romeo – “Running From Fury”
O álbum de estreia homônimo do projeto de indie rock Telephone Romeo será lançado em 05 de junho e o single “Running From Fury” chega como a última prévia do trabalho, trazendo uma sonoridade intensa, energética e carregada de emoção. Escrita durante a recuperação de uma lesão nas costas que deixou o vocalista e guitarrista Aleksi Skippari acamado por um mês, a faixa mergulha em reflexões pessoais e se destaca por sua estrutura pouco convencional, com versos e refrões lineares que apresentam diferentes perspectivas ao longo da narrativa.
• CŒUR ACIDE – “LET’S SWEAT”
O duo CŒUR ACIDE lança “LET’S SWEAT”, uma faixa dançante inspirada nos clubes e raves dos anos 90, combinando acid house, estética futurista retrô e uma atmosfera cinematográfica marcada por sensualidade e glamour underground. Formado pelo produtor canadense Pat Lok e pela artista haitiana-mexicana F-MACK, o projeto mistura música, moda e referências culturais para criar uma experiência imersiva e nostálgica com identidade própria.
• VamViper – “I Keep Up The Fight”
Com “I Keep Up The Fight”, o artista VamViper, conhecido por uma sonoridade que mescla elementos de cyberpunk, darksynth e rock alternativo, apresenta uma sonoridade pop envolta em fantasia sombria e estética vampiresca, unindo melodias dramáticas e uma atmosfera cinematográfica para transmitir força, resistência emocional e vulnerabilidade em uma produção moderna e impactante.
• Favourite Armchair – “In This Heat”
Pioneiros do yachtcore decadente e do chamado “Woonsocket Sound”, o coletivo de art-folk Favourite Armchair buscam criar canções de avant-folk acolhedoras e reflexivas sobre a vida. Misturando colaborações humanas feitas de forma assíncrona com gravações rústicas de sons do cotidiano, o grupo apresenta suas composições à comunidade musical com uma estética crua, excêntrica e carregada de afeto. No single “In This Heat”, o grupo apresenta uma instrumentação acústica minimalista e percussões sutis, criando uma atmosfera fluida, contemplativa e profundamente evocativa.
• Ian Arden – “Nadia”
“Nadia”, do cantor e compositor canadense Ian Arden, é um número indie folk intimista e contemplativa. O artista conduz sua narrativa de maneira sutil, criando uma atmosfera orgânica através de arranjos suaves e texturas delicadas que soam naturais e cheias de emoção. A faixa equilibra sentimentos de distância e devoção com sensibilidade, permitindo que as emoções apareçam de forma gradual e sincera, resultando em uma música reflexiva e leve ao mesmo tempo. A faixa retrata Nadia lidando com problemas mentais, isolamento e julgamentos, enquanto revela uma força interior que ela ainda não percebe.
• Skinny Dippers – “When You Were It”
Skinny Dippers, projeto indie comandado por Ryan Gross, cria músicas que misturam guitarras cintilantes, sintetizadores etéreos e harmonias suaves em uma atmosfera nostálgica e introspectiva. O single “When You Were It” transforma lembranças fragmentadas da juventude em uma faixa melancólica e acolhedora, refletindo sobre sentimentos que permanecem vivos mesmo quando palavras, relações e momentos já ficaram para trás.
• Farce – “Cherry Angioma”
Farce, projeto da artista austríaca Veronika J. Koenig, ganhou destaque ao longo dos anos por sua sonoridade experimental, apresentações em grandes festivais europeus e colaborações com artistas como Soap&Skin, construindo uma trajetória marcada por criatividade e forte identidade artística. No single “Cherry Angioma”, sucessor de “Big Swiss”, a artista combina romantismo intenso e emoção contemporânea inspirada em nomes como Spandau Ballet e New Order, antecipando o álbum The Label, que explora devoção, obsessão e as narrativas emocionais que criamos sobre nós mesmos.
• Orrin – “Ghost Town”
“Ghost Town” é o primeiro single de Yours Truly, próximo álbum de Orrin, trazendo uma sonoridade inspirada em artistas como Jamiroquai, Daft Punk e Gorillaz, enquanto mistura guitarras atmosféricas, instrumentação orgânica e uma atmosfera melancólica para retratar o vazio deixado após o fim de um relacionamento. Conhecido nacionalmente após aparecer no programa de Dr. Phil como o “Cyborg do Futuro”, Orrin agora revela um lado mais íntimo e emocional, deixando de lado a estética futurista para explorar sentimentos mais humanos e vulneráveis.
• Kenwiza – “How?”
O produtor e engenheiro de som nigeriano Kenwiza, baseado em Manchester, apresenta o EP Trips Vol. 1, um trabalho que transforma sua experiência em grandes colaborações com artistas como Gunna, Victony e Falz em uma obra mais pessoal, emocional e colaborativa. Em “How?”, parceria com Mvce, a atmosfera se torna mais introspectiva e noturna, traduzindo as incertezas e emoções do amor através de uma produção delicada e interpretações carregadas de sentimento. Com faixas criadas entre Lagos, Califórnia, Ohio e Manchester, o projeto percorre sentimentos ligados ao amor, desejo, incerteza e devoção, enquanto destaca novos talentos e reafirma a independência criativa de Kenwiza.



