
The Japanese House, projeto de Amber Bain, anuncia o segundo álbum de estúdio, In the End It Always Does, para o dia 30 de junho via no Dirty Hit. O trabalho é coproduzido com George Daniel (do The 1975) e Chloe Kraemer (Rina Sawayama, Coldplay), além de trazer colaborações de Matty Healy (do The 1975), Justin Vernon (do Bon Iver), Katie Gavin (do MUNA). Assim como o single anterior “Boyhood” explorou a complexa experiência de crescer queer, In the End It Always Does é inspirado pelo relacionamento atual de Bain com sua identidade e pelos relacionamentos que ela forjou e perdeu.
“Sad to Breathe”, mais uma prévia de In the End It Always Does, começa como uma balada delicada de piano que evolui para um pop glorioso, com sintetizadores irresistíveis e batidas dançantes, enquanto Bain canta sobre o sentimento de desespero após ser abandonada e descrença que a acompanha. “É triste respirar quando você não está lá”, diz a letra.
“Eu escrevi “Sad To Breathe” há algum tempo, é uma das músicas mais antigas do disco. Era muito diferente naquela época; deixou de ser exclusivamente eletrônico para o que é agora, principalmente ao vivo / instrumentação acústica. É sobre aquele sentimento de desespero quando alguém te deixa e a descrença de que eles poderiam. É engraçado que você possa ter esse tipo de pensamento dramático insano, que parece tão real na época, mas pode, por algum milagre, olhar para trás com carinho para toda a sua vida arruinada. Tudo volta ao redor”.
A canção também ganha um vídeo ao vivo, dirigido por Sheila Johansson, apresentando um arranjo alternativo despojado com Amber auxiliada por uma banda ao vivo incorporando cordas e piano.
Capa e repertório de In the End It Always Does:

01. “Spot Dog”
02. “Touching Yourself”
03. “Sad to Breathe”
04. “Over There”
05. “Morning Pages”
06. “Boyhood”
07. “Indexical reminder of a morning well spent”
08. “Friends”
09. “Sunshine Baby”
10. “Baby goes again”
11. “You always get what you want”
12. “One for sorrow, two for Joni Jones



