
O TECO APPLE faz parte do time de influenciadores da plataforma SubmitHub, provavelmente o melhor lugar para garantir escuta, feedback e atenção da maioria dos curadores online de música. Lá, podemos descobrir uma série de novos artistas e músicas enviadas pelos próprios. Nessa curadoria, selecionamos nomes que nos chamam a atenção e merecem um reconhecimento pelo trabalho enviado. Esta é a seção DSCVR ON.
• Bad Flamingo – “Velvet”
O Bad Flamingo apresenta o single “Velvet”, sucessor de “Shame”, uma faixa que aborda a delicada experiência de se mostrar por completo a outra pessoa. Nela, a misteriosa dupla mascarada entrega uma cativante balada, marcada por uma sonoridade cinematográfica inspirada no universo western e por nuances que remetem ao pop dos anos 1980.
“Velvet” expressa o desejo de uma ligação verdadeira e profunda, na qual se possa confiar para derrubar barreiras emocionais e revelar a própria essência. A canção reflete a vulnerabilidade desse processo, destacando fragilidades, incertezas e o anseio de ser aceito de forma autêntica, mesmo com o risco de frustrações.
• Allegories – “Honestly, that’s enough honesty”
A dupla Allegories retorna com o single “Honestly, that’s enough honesty”, uma faixa que transita entre o indie rock e o shoegaze, combinando atmosferas etéreas, texturas em constante transformação e arranjos que desafiam rótulos. A canção mergulha em reflexões sobre a tênue fronteira entre sinceridade, encenação e autoengano, alternando momentos de contemplação melancólica com explosões emocionais inesperadas. A música faz parte do álbum By Accident, On Purpose, com lançamento previsto para 16 de outubro.
• patch_t41b – “Surely They Won’t”
O pianista, produtor e vocalista londrino patch_t41b lança “Surely They Won’t”, criada durante uma residência em estúdio a partir de uma sequência de piano improvisada por ele, que levou a uma jam espontânea sem instruções e acabou se tornando a versão final da faixa. A música reflete o momento entre reconhecer uma verdade e aceitá-la, explorando negação, dúvida e conflito emocional em uma atmosfera introspectiva.
• Mifarma – “The Five Stages of Grief”
Em “The Five Stages of Grief”, a artista norte-americana Mifarma, o alter ego criativo de Danielle Alma Ravitzki, apresenta uma composição introspectiva que aborda o luto de forma ampla, não apenas como a perda de alguém, mas também como a transformação de quem somos. Com letras sensíveis, atmosfera acolhedora e instrumentação carregada de emoção, a canção reflete sobre mudanças inevitáveis da vida e sobre as versões de nós mesmos que deixamos para trás. Em vez de oferecer respostas fáceis, a faixa convida a encarar a vulnerabilidade e compreender o luto como parte do crescimento e da evolução pessoal.
• Jack Landess – “Everytime”
Jack Landess é um artista e produtor alternativo que mistura indie rock com a leveza do surf pop e texturas ambientais envolventes. Ele cria músicas que soam ao mesmo tempo íntimas e expansivas, apoiadas em narrativas pessoais, camadas de guitarras e paisagens sonoras cuidadosamente construídas. Em “Everytime”, Landess expressa o desejo simples e profundo de ter ao seu lado o amor de sua vida, Jane, exatamente como ela é. A letra abraça tanto os momentos difíceis quanto as fases mais felizes do relacionamento, transmitindo a ideia de que o que realmente importa é a essência da pessoa amada.
• Zoe Konez – “We Have To”
A artista britânica Zoe Konez desenvolve sua música de forma independente, escrevendo, gravando e produzindo tudo em seu estúdio caseiro. O single “We Have To” apresenta uma sonoridade folk alternativa calorosa, construída sobre violão acústico delicado e harmonias vocais etéreas que criam uma atmosfera profunda e intimista. A canção aborda a busca por estabilidade em meio às incertezas da vida, equilibrando suavidade e intensidade emocional. O lançamento auxilia na divulgação do álbum de estreia, Everything’s Fine.
• Bicentennial Drug Lord – “Thaw”
O Bicentennial Drug Lord surgiu quando os amigos de longa data John Daniels (Soda, Maki), Rick Donner (Punchdrunk) e Alan Weatherhead (Soda, Sparklehorse) decidiram criar um projeto paralelo para dar vida às canções melancólicas de inspiração country que não se encaixavam em suas bandas principais. Após o lançamento do álbum de estreia, The First Hit Is Free (2025), o grupo retorna com o single “Thaw”, faixa que descreve um período de tristeza e estagnação emocional, comparado a um inverno prolongado e nublado, em que a presença de outra pessoa surge como uma luz que inicia um processo de cura e renovação interna.
• Groove 2 Affair – “ライト・オン”
O projeto Groove 2 Affair, formado pelo baterista e produtor George Kano e pelo compositor tasogareMG, une influências de J-Pop, city pop e funk em um som elegante e nostálgico. O single “ライト・オン” (traduzindo, “luzes acesas”) destaca vocais marcantes, melodias atraentes, linhas de baixo groove e guitarras rítmicas, evocando a atmosfera urbana dos anos 1990. A canção retrata os sentimentos da juventude daquela época, combinando o charme retrô do city pop com uma produção moderna e refinada.
• The New Tigers – “Flight To Earth”
O grupo finlandês The New Tigers segue preparando seu próximo álbum, previsto para o segundo semestre de 2026, e apresenta mais uma prévia com o single “Flight To Earth”. A faixa nasceu de uma inspiração curiosa do vocalista Valtteri Virtanen, que tentou recriar a sensação de uma música ouvida por acaso em uma loja de roupas. O resultado foi uma composição totalmente original, marcada por uma sonoridade encantadora que mistura elementos de funk e eletro, com sintetizadores vibrantes, guitarras repletas de efeitos e uma batida constante. Rica em texturas e atmosferas, a canção oferece um novo vislumbre da direção criativa do próximo trabalho da banda.
• VamViper – “Dancing With A Broken Halo”
O enigmático VamViper apresenta o single “Dancing With A Broken Halo”, um número que combina elementos de indie, darksynth e dance pop em sua produção. A faixa combina uma estética inspirada nos anos 1990 com batidas eletrônicas contemporâneas, resultando em uma sonoridade vibrante, dançante e totalmente voltada para a pista, onde nostalgia e modernidade se encontram de forma envolvente, que segundo o artista funciona como um verdadeiro hino do tipo “inimigos que viram amantes”.
• Paper Volcano – “Not Good Enough”
Paper Volcano é o projeto de um músico de 18 anos que combina influências do indie dos anos 2010 com o synthpop dos anos 1980, criando um som que ele chama de “surrealismo analógico”. Produzido inteiramente em casa, seu trabalho une melodias encantadoras e letras introspectivas. Em “Not Good Enough”, uma sonoridade vibrante e levemente dançante contrasta com versos melancólicos. O videoclipe, dirigido e editado pelo próprio artista, complementa a música ao expandir sua atmosfera por meio de uma identidade visual notável.
• SALMIST – “Salme 1 – Lik eit tre”
SALMIST é um coletivo musical norueguês liderado pelo compositor e pianista John Vegard Schow. Inspirado pelos Salmos, pelas paisagens sonoras escandinavas e por influências de folk, jazz e música alternativa, o projeto cria canções que equilibram introspecção e dinamismo. Integrante da iniciativa World of Psalms, que reimagina os 150 Salmos em uma linguagem musical nórdica contemporânea, o grupo estreou com o single “Salme 1 – Lik eit tre”, gravado ao vivo em estúdio com a participação de RAK (Rak Marie Hatløy Sætre).
• Liam Horne – “Everywhere”
O cantor e compositor Liam Horne retorna com o single “Everywhere”. Após anos colaborando com grandes nomes da música pop e construindo uma sólida reputação nos bastidores como compositor e criador, o artista agora assume maior protagonismo em sua própria carreira. A faixa apresenta um pop vibrante impulsionado por instrumentos tocados ao vivo, melodias magnéticas e letras leves, transmitindo a sensação de sintonia perfeita entre duas pessoas. Combinando a sofisticação do pop contemporâneo com uma sonoridade calorosa e espontânea, “Everywhere” celebra conexões genuínas e momentos de liberdade compartilhada.



